(para tia Iris)Com a leveza de um salto de balé
dançarinas entram a girar em pontas.Donas do seu próprio equilíbrio,
de suas asas escapulares,
dos seus braços de marfim e vento.
Seres etéreos de magia e tempo!
A voar em saltos espetaculares!
Com a destreza de pontas de lápis
o poeta desafia a própria linguagem
distante do seu conceito concebido,
imprevisto em sua ideia inicial.
No ar, outro salto genial!
Como as bailarinas, que
vivem o seu cansaço
em busca da perfeição e maestria.
Somente os poetas têm a chave
para dispor as palavras onde as recria.
AC
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ResponderExcluirNota da autora: Palavras, comentários, frases me rendem inspiração e poesias. Obrigada a você, tia Iris, pela inspiração para este poema.
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