Brindo os pensamentos,
quando vertem-se em poesia.
Surgem para acalentar.
Possuir a alma, refúgio do infinito.
Criar gentilezas, padrões ouro
e espelhos de abstrações gentis.
Que seria da vestimenta
ordinária da vida
sem as palavras que dão sonhos,
traduzem intuições e pintam
quadros livres, felizes ou
melancólicos,
numa pura essência de deleite
e humanidade.
AC