No compasso de palavras sussurradas ao ouvido
E se em estranhos mundos eu me vejo envolvida
Ou neles permaneço ou por eles sou levada
No espaço que somente a mente abriga
Sou sitiada, por Morfeu que tudo vê e tudo assisteE se tento despertar ele ainda insiste
Em trazer-me o doido sonho que embriaga
Oh doces balanços em doces badaladas
Em ninhos de refúgio e descanso
nos quais correm devaneios tão idílicos
Nas lentas horas do meu sono eu amanso
E neles quase faleço e sou velada
Adormecidamente, em paraísos sem suplício.
AC

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