Total de visualizações de página

sábado, 24 de novembro de 2012

26 DE NOVEMBRO

Você veio pra mim sem dores,
meu doce bebê de ouro.
Dentro da minha barriga redonda
como uma lua plenamente cheia,
não sabia que guardava tanto encanto.
A ternura estava lá contida;
não lhe conhecia o sorriso fácil e muito aberto,
o brilho de sua alma tão liberta.
O seu choro foi alto e forte,
( primeira reclamação que fez a mim!)
Você quis meu colo, e aquietou-se
como um passarinho no
refúgio onde o mal não existe.
Ontem, você me disse: eu te amo.
E eu lhe quero tanto, mas tanto,
que hoje sou eu que me aninho
em seu corpinho infantil,
paraíso das horas em que
nada mais no mundo existe
e também o mal nao me encontra.
Nestas horas, estamos só nos duas soltas
no tempo e no espaço
a girar entrelaçadas, corpo e alma,
amor em êxtase, mãe e filha,
sublime amor.




Nenhum comentário:

Postar um comentário