De tudo que é etéreo,
só sei que um dia
não sentirei mais a brisa leve
no meu rosto desencarnado.
Dormirei o sono dos excluídos.
Mas se olhares bem meu jazigo, verás,
repousando ao lado do meu corpo inerte,
o que um dia fui: meus desejos, meus tormentos, meus sentidos.
AC
Nenhum comentário:
Postar um comentário