Por onde
andas, inconsciente perdido,
Preso e
esquivo de suas tentações narcisitas,
Da tua
vontade de se deixar ver, tão escondido
Nas linhas
frouxas reprimidas, retesamente escritas.
Para onde
vão as ideias, no reduto aconchegado
dos sonhos?
na angústia represada do que nada,
claramente,
representam?
Ah!
Eu prefiro
as palavras assim despejadas,
Bem tanto ou
tão pouco pensadas
Na clareza
dos conflitos!
Nestas
passagens neuronais,
Teias
indecifráveis vividas,
Escrevo meu
inconsciente perdido
Resgato este
elo esquecido
Na sã e
louca consciência que, afinal,
não escrevo palavras,
Escrevo
preces, prantos, vida!
AC
![]() |
| Add caption |

Nenhum comentário:
Postar um comentário