"Cá estou a escrever meus sentimentos, pois nada sou além deles."
No amor, sofro vertigens,
Um pulsar quântico de alma,
Onde o coração se dilata,
Repleto de êxtases benditos
Seus olhos me remetem ao caos
Aos desraciocínio; e seu corpo
Ao desrecato,
Eu desejo desertar para seus braços.
Vivo sob sua pele,
Seu cheiro traz o vício de drogas
apaixonadas.
Cérebro em espiral de expansão
E me sinto tão feliz, mas tão feliz,
Que o medo que a tudo persegue,
Se esconde, de medo,
Quando em seu beijo,
sua língua a minha alma invade.
AC
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