Leia! Há de ter a sensibilidade necessária e talvez até paciência para entender as linhas ou as entrelinhas. Há de ser puro de coração, para permitir que a poesia ou o texto o invada. Tal qual um aroma, você pode senti-lo, sorvê-lo, inundar-se, e pode até tocar as palavras, seduzindo-se pelas infinitas possibilidades de interpretações e beleza. Quisera todos tivessem a mente aberta e o espírito livre para isso!
Total de visualizações de página
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O INÍCIO
O que fica de belo escrito?
O que resta, no fundo da alma?
Que me soma este céu incisivo?
Que me toma essa raiva ou calma?
Tenho na noite duas estrelas
E nas estrelas, brilhos
e nos brilhos, luz
e o início do mundo.
O que me pesa na outra balança?
Qual receio do tudo ou do nada?
Com qual passo adianta-se a dança?
Que se passa na casa assombrada?
Tenho na noite dois brilhos
E nos brilhos, ardor
e no ardor, os trilhos
do início do mundo.
AC
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário