É tempo, agora,
de reciclar a dor.
Fazê-la andar em círculos,
circuitos desalinhados.
É tempo, agora,
de expiar as culpas
(Ou as desculpas não ditas,
encalhadas fundo na alma).
É tempo, então,
de ser sorrateiro e vago,
ausente de alguma esperança.
Pés recuados no chão frio,
amor que não mais me alcança.
AC
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