Do fim que me foi dito
Não há ciclo em destemperoA colheita dos dozes meses foi bem farta.
Do então que já precede
Vem o porventura a semear-seSafras novas no destino de outras cartas.
Do entretanto que é contínuo
Não paira dúvida ou desamparoQue é do homem marcar e seguir caminho.
Nesta conta equacionada
Em pares meses e escolhas ímparesProsseguir é o proceder em desalinho.
Anita Campos

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