grandes, em busca do infinito.
E sinto irradiar-lhes entre os dedos
as pequenas cargas de energia, auras,
cosmos, supra percepções.
Estou conectada.
Ao mundo, ao eu, às possibilidades,
àqueles que desconheço e por quem
nem mesmo sinto amor.
Eu sinto a força da minha ousadia.
Livre, não somente eu levito,
eu entrego, compreendo, aceito,
ou, contrariamente,
questiono, revolvo, insisto.
As minhas mãos são como gigantes focos,
experientes raízes,
espelhos retrovisores e antevisores,
dois barcos a carregar o drama e a alegria
da consciência das ondas.
Eu me acolho tão forte,
que chego a me sentir sublime.
AC
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